25 de janeiro de 2011

A alegria das festividades domésticas

Festa doméstica em dose dupla: papai, eu, mamãe e a caçula, Cláudia
As festividades domésticas serão um tema constante nas nossas conversas por aqui. O hábito de receber me acompanha desde os primeiros anos de vida. Nossos aniversários sempre foram verdadeiros eventos. Como era bom afastar os móveis da sala e receber os amiguinhos para uma farra caseira, com direito a lembrancinha e balões coloridos. Em Santos, onde nasci, fazíamos festas em casa ou, no máximo, no salão do prédio. O que quero dizer é que mães, pais, avós, avôs, titias, todos colocavam a mão na massa e a bagunça era sempre personalizada. Até hoje, em época de aniversário, mudamos a decoração e recebemos os amigos mais queridos para a celebração doméstica. Engraçado como certas lembranças nunca morrem. Pretendo manter viva a tradição de organizar festas caseiras. É tão gostoso reunir pessoas em volta da mesa e curtir a casa. Pena que a modernidade nos afaste de determinados hábitos, pela falta de tempo e também pelas inúmeras possibilidades de comprar tudo pronto, há um mundo disponível em cada esquina, não é mesmo?

Casa preparada para a nossa versão de café colonial

O primeiro aniversário comemorado ao estilo santista nesta casa foi, na verdade, uma dobradinha. Minha irmã e eu nascemos com seis anos e 4 dias de diferença. Por este motivo, as festas sempre aconteceram em dose dupla para o desespero da caçula, que prefere uma bagunça particular. Aproveitando a ocasião, decidi arrastar os móveis para um café colonial, outra paixão de infância. Hoje, temos os modernos buffets de grandes padarias, mas na minha época, a alegria era ir com minhas rainhas, a vó Luiza e a mãe Lourdes, no salão chique de um hotel santista que servia café da tarde. Pães, bolos, docinhos, quitutes caseiros e deliciosos. Já faz tampo tempo e ainda tenho a imagem daquele salão imponente na memória. Há alguns meses, liguei no mesmo hotel, e já não havia mais o serviço que animou minhas tardes infantis. Pena que o marido não conheceu tamanha gostosura.

Mesa de Café Colonial em Nova Petrópolis, RS
Inspirada pela viagem de férias a Gramado, elaborei uma versão caseira do café colonial para nosso aniversário. No cardápio, pães, torradas, bolachas, frios, patês, torta de peito de peru, empadão de frango, rocambole de doce de leite, mousse de chocolate, pudim de leite, mousse de maracujá em copinhos de chocolate, torta de limão, bolo prestígio, além de biscoitos amanteigados e geléias que trouxemos do Sul. Para beber, leite, café, água quente e uma caixa artesanal, que também veio de Gramado, para guardar os chás, sucos, refrigerantes, vinho e espumante.

Café Colonial caseiro para o aniversário em dose dupla. Eu, mãe e Cláudia.

Não precisa esperar até o próximo aniversário. Invente um tema e convide os queridos para uma bagunça. Busque receitas de família, ideias na internet, veja algumas sugestões aqui no nosso blog e monte um cardápio com quitutes reconfortantes. Afaste as cadeiras, compre flores, ponha velas na mesa e curta a casa com uma festa caseira. Os amigos vão adorar e pedir bis. Arrisque e depois venha nos contar como foi.

3 comentários:

  1. Sou mega fã das festas caseiras, e, além de ter curtido algumas preparadas por tia Lourdinha e vó Luiza, hoje apronto esta bagunça nos aniversários da minha filha, que aliás, já foi agraciada pelos caprichos e pirulitos de chocolate desta minha amiga casada. Eita coisa boa! Precisamos de mais um evento destes. Bjkssssssssssssssssss

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  2. ADOREI!!!!!
    AMOOO
    BEIJOS

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  3. oi...
    chega de ti.ti.ti...
    QUERO NETOS E NETAS PARA FAZER GRANDES FESTAS EM CASA EM SANTOS, EM SÃO PAULO. ESSES GURIS VÃO TER DUAS FESTAS NO MESMO MES. UMA EM SUAS CASAS E OUTRA NAS CASAS DOS AVOS DE SANTOS COM TREMENDA BAGUNÇA E MUITO BRIGADEIRO E BOLO DE CHOCOLATE,BOLA DE GAS,PIRULITO TUDO QUE TEM DIREITO. UM NETO OU NETA

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